Yaya Touré e Montenegro conversam por telefone, e Botafogo espera resposta nesta sexta-feira

De Londres, marfinense conversa com representante do clube, ouve proposta mais uma vez e promete anunciar decisão depois de reunião com a família

O tão esperando encontro entre Botafogo e Yaya Touré ainda não aconteceu, mas uma conversa pelo telefone nesta quinta-feira aumentou a expectativa sobre o acerto com o jogador. De Londres, ele manteve contato por telefone com o representante alvinegro Carlos Augusto Montenegro, que está em Paris, e prometeu dar uma resposta nesta sexta-feira.

O marfinense informou ter gostado dos números, mas ainda precisa ter uma última conversa com a família sobre a mudança antes de anunciar a decisão. Ele também ainda tem dúvidas sobre questões burocráticas, como o sistema tributário brasileiro.

Volante fez história no Manchester City — Foto: Getty ImagesVolante fez história no Manchester City — Foto: Getty Images

Volante fez história no Manchester City — Foto: Getty Images

Marcada para as 8h (de Brasília) desta quinta, a reunião presencial seria uma maneira de encerrar as tratativas e formalizar ou não o acordo, mas o atleta não apareceu. Montenegro chegou à capital francesa nesta madrugada. Na última noite, o representante do atleta no Brasil, Marcos Leite, também viajou para a Europa.

Dirigentes do clube seguem otimistas na contratação, mas o imprevisto aumentou a ansiedade em General Severiano. Por outro lado, foi considerada animadora e conversa que o marfinense teve com o técnico Paulo Autuori. Nas palavras do treinador, Touré ficou “muito animado”. Ele pediu um salário fixo acima do teto de R$ 150 mil estipulado pelo clube para esta temporada.

Por isso, a diretoria correu atrás de investidores, entre eles Felipe Neto e Marcelo Adnet, para ajudar a bancar a negociação. Os valores são maiores em comparação com o contrato firmado com o japonês Honda, por exemplo. A proposta ainda prevê variáveis que podem aumentar o pagamento, como participação em patrocínios, venda de camisas e aumento do número de sócios-torcedores.

GE Por Davi Barros, Fernando Saraiva, Igor Rodrigues e Thayuan Leiras — Rio de Janeiro